
Andando por essas ruas, passando pelos quarteirões n queria estar aqui n podia estar aqui, custo a virar aquela esquina, a esquina que me leva ao lugar que mais temo ir desde que tudo começou e mesmo como toda dor de estar ali, meus pés me fazem rastejar até lá, como se necessita se de mais um dose de saudade, estava e parada na frente daquele apartamento, era como se alguém me abraçasse tão forte e eu n pudesse respirar, estava imóvel, me perguntava o que fazia eu ali parada, será que só queria conferir que aquele n era mais o seu apartamento, em que passei os momentos mais felizes ao seu lado? Que era so mais um imóvel vazio, tão vazia quanto eu estava, as janelas me passavam o filme, o nosso filme, podia me ver correndo pela casa, usando uma camisa vlh sua, que quase me cobria os joelhos, podia escutar os risos bobos, podia ouvir nossas promessas em alto e bom som, como histórias contadas, tais promessas que se foram com você. Mas que ali naquele momento em que podia ouvi-lás novamente, de nós dois deitados naquele sofá macio, espremidinhos, soavam tão reais, você me dizendo que casaríamos e teríamos lindos filhos em que a escolha nos nomes já causavam mts intrigas bobas, posso sentir até hoje o toque das suas mãos macias e leves, a me acariciar nas manhãs, em que n ousava nem abrir os olhos, só para sentir você mais poco entrelaçar as mechas do meu cabelos em seus dedos. Eu sinceramente n sei se foi uma ideia tão ruim eu voltar a esse lugar, pois tirando o fato da minha respiração falhar e de minha dor é tão forte que faz parecer que vou explodir, eu pude te sentir de novo, pude correr de você pela casa novamente de alguma forma, é como você adorava dizer "para o amor nada é impossível", então hoje eu pude estar com você de novo, mesmo você n estando mais comg, eu sempre vou estar com você de alguma forma.
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